Querendo voltar para casa me perco em meio ao vazio
E sua falta dói.
A noite está congelando e sinto frio, a neblina esconde o sol mas não me importo: quero vê-lo.
Perdida em pensamento, tentando guardar você em minha memória, estou tão distante...
E sinto sua falta
A floresta não me assusta mas a ideia de te perder me deixa apavorada.
Se pudesse eu lhe daria tudo, o tudo que eu nem mesmo possuo.
você me faz isso, me faz querer te dar o impossível, o inexistente.
Se minhas mentiras foram para me proteger, por que eu sou a única machucada?
Já não sinto mais frio, só sinto sua falta.
No meio do caos e desespero eu caio de joelhos.
Ainda me recordo de sua imagem e isso basta.
Você é o suficiente.
Minhas últimas palavras, meus últimos suspiros: seu nome.
segunda-feira, 22 de setembro de 2014
Indescritível
O velho som de sempre perturbou-me.
O amor deles era algo tão misterioso que nem o sábio Sherlock Holmes desvendaria.
Ela o amava: um brilho tão intenso quanto o da lua refletida ao mar, mas sua inocência a levou ao declínio.
Ilusões a parte feriram seu coração e de tanto sofrer, acostumou-se; era como se algo cinza e frio tivesse se apossado de seu quarto e sua vida.
Lamentava-se todos os dias perguntando-se o porquê ele a destruiu e e meio aos "porquês" continuou sem resposta.
O amor dele era a única solução em meio a sua devastada vida.
Tudo estava errado, ela não pertencia a lugar nenhum, se sentia uma intrusa; era como velejar em um barco furado.
Ela estava cansada de fantoches e do frio que a consumia.
Cansada da dor de ser partida, cansada dela mesma; céu azul, sorriso falsos... estava cansada! Só isso!
Repetia seu mantra mais uma vez para si: respire e continue. Chovia. Deixou a chuva escorregar em sua face, era algo prazeroso. Abriu o guarda-chuva e repetiu: "apenas respire e continue".
E seguiu em direção ao grande nada que já estava monótono em sua vida.
O amor deles era algo tão misterioso que nem o sábio Sherlock Holmes desvendaria.
Ela o amava: um brilho tão intenso quanto o da lua refletida ao mar, mas sua inocência a levou ao declínio.
Ilusões a parte feriram seu coração e de tanto sofrer, acostumou-se; era como se algo cinza e frio tivesse se apossado de seu quarto e sua vida.
Lamentava-se todos os dias perguntando-se o porquê ele a destruiu e e meio aos "porquês" continuou sem resposta.
O amor dele era a única solução em meio a sua devastada vida.
Tudo estava errado, ela não pertencia a lugar nenhum, se sentia uma intrusa; era como velejar em um barco furado.
Ela estava cansada de fantoches e do frio que a consumia.
Cansada da dor de ser partida, cansada dela mesma; céu azul, sorriso falsos... estava cansada! Só isso!
Repetia seu mantra mais uma vez para si: respire e continue. Chovia. Deixou a chuva escorregar em sua face, era algo prazeroso. Abriu o guarda-chuva e repetiu: "apenas respire e continue".
E seguiu em direção ao grande nada que já estava monótono em sua vida.
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